Viva il logo dell'audacia

Viva il logo dell'audacia | Viva le mani che soccorrono altre mani | Viva il mantra del mondo | E l’umanità nel suo stato costituente |Viva il ballo dei meticci e i villaggi in festa degli indios | Viva la terra con le sue tante radici | E lo scoiattolo che s’arrampica | Viva l’acqua pubblica e basta | E l’erba verde come il logo verde | Viva la musica d’Oriente e d’Occidente | E il sole al tramonto | visto con gli occhi di un bimbo | Viva l’agorà degli abitanti di questa terra depredata e ferita | Viva il vento, che spazzi il tormento | Di una vergogna sovranista e razzista | Siamo audaci ma teneri | Ci piace far festa nei gorghi del tempo | E dire “mai più la guerra”, “nie wieder Krieg” | E cantare ancora, cantare, cantare | E sognare, sognare, di Isole utopiche | Con le mani Verdi di un logo verde | Viva la speranza che viene dal basso | Perché il basso alza e l’alto abbassa | Viva l’amicizia di un incontro feriale | Viva noi dell’audacia mondiale | Banditi del bene che unisce | L’uomo all’uomo fino a trascenderlo | Viva Figueres e tutto il resto. | Il resto dell’umanità nascente

francesco comina


sabato 7 luglio 2018

Ágora dos habitantes da Terra - Marcelo Barros

Ágora dos habitantes da Terra

Marcelo Barros

Assim se chama a iniciativa de vários grupos internacionais que trabalham pela justiça eco-social e por mais vida para toda a humanidade. É bom lembrar que, na antiga Grécia, ágora era o espaço público de discussões, onde os/as cidadãos de cada cidade tomavam as decisões importantes para a vida de todos. Nesse momento da vida da humanidade, parece mais importante do que nunca uma ou diversas ágoras dos habitantes da Terra. 
Desde os anos 90, algumas experiências têm florescido. Em junho de 1992, no Rio de Janeiro, durante a conferência da ONU sobre o clima, movimentos e organizações sociais se reuniram no Aterro do Flamengo. Foi um encontro de cidadãos/ãs do mundo inteiro. O plenário dessa movimentação se chamava “Cúpula dos Povos”. Essa mesma experiência foi repetida no mesmo local, durante a Rio 92+ 20, em junho de 2012.  A partir do levante dos índios do Sul do México, em Chiapas (1994), aconteceram três encontros que se chamaram: “Encontros da humanidade pela Vida e contra o neoliberalismo”. Esses encontros foram fecundos e provocaram a formação de uma "Assembleia Continental dos Povos" que continua ativa e se reunindo periodicamente. 

NOTA SOBRE A "ÁGORA DOS HABITANTES DA TERRA"

NOTA SOBRE A "ÁGORA DOS HABITANTES DA TERRA"
Projeto a examinar, modificar, melhorar e ainda ser aprovado.
(A partir de diálogos e da atenção de João Caraça, Henri-Claude de Bettignies, Curzio Maltese, Federico Mayor Zaragoza, Rinaldo Muscolino e Roberto Savio)1. 
Riccardo Petrella

CONVITE PARA PARTICIPAR DA
ÁGORA DOS/DAS HABITANTES DA TERRA
Palau  Saverdera (Catalúnia - Espanha)
14-16 Dezembro 2018

POR QUE UMA ÁGORA DOS/DAS HABITANTES DA TERRA ?

Quanto mais a globalização atual da economia dominante condiciona, sobretudo no mau sentido, o futuro da humanidade e da vida, menos os/as habitantes da Terra (todas as espécies vivas) estarão em condições de participar das escolhas que são feitas, monopolizadas por um círculo sempre mais restrito de grupos sociais poderosos. O futuro do mundo não pode ser deixado ao arbítrio e à dominação dos que tem os mais fortes interesses privados e que estão em luta entre si por mais poder e mais enriquecimento, no estilo de "Em primeiro lugar, a América", "em primeiro lugar, o Reino Unido" ou ainda "em primeiro lugar, a China". 
... Os direitos das pessoas, das comunidades humanas e dos povos estão, cada vez mais abafados e negados. A democracia se tornou uma palavra desprovida de sentido. A humanidade foi reduzida a pedaços. Ela não existe mais, a não ser na cabeça dos/as poetas, cantadores/as e das pessoas que sonham. 
Neste ano de 2018, celebra-se o 70o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É preciso que todas as pessoas cidadãs da Terra reconquistem a força da vida, da liberdade e da justiça, adquirida graças aos direitos conquistados até agora. É preciso que eles/elas se deem as instituições necessárias e os meios para assumir o poder de governar o seu futuro comum sobre bases pluralistas, cooperativistas e participativas a partir das comunidades locais. O bem-viver juntos e a segurança da existência são questões coletivas, comuns e planetárias.